segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Concerto da OCAM ... quinta-feira dia 28 de agosto

Concerto da Orquestra de Câmara do Departamento de Artes da UFMT – OCAM –
dia 28/08 (Quinta feira) às 17h no auditório do IL. 


















Obras de Vivaldi, Nepomuceno, Baermann, Schubert e Nazareth.
Direção e regência da Profa. Dra. Flávia Vieira, coordenação do Prof. Dr. Oliver Yatsugafu e produção da acadêmica Patrícia Ribeiro.

Você está convidado!






Grupo de Choro ... terça-feira dia 26 ... 17h no saguão do IL

Grupo de Choro do Departamento de Artes

O grupo foi formado em 2014, a partir das atividades realizadas no projeto de extensão "Aprendizagem musical na roda dechoro: ensaios, pesquisas fonográficas e apresentações musicais".

A roda de choro é aberta a participação de músicos da UFMT e da comunidade.

Músicos integrantes do grupo:

Levi Barros - trompete
Daniel Teruya - trombone
Maycon Alencar - trombone
Flair Carrilho - bandolim
Henrique Maluf - violão
Fabrício Monteiro - violão
Rodrigo Cavalcante - piano/teclado
Joelson Conceição - cavaco
Mariana Rampazzo - pandeiro
Eduardo Fiorussi - violão 7 cordas e coordenação do projeto


Local: Saguão do Instituto de Linguagens (IL) da UFMT, dia 26 de agosto, 17h

Realização:
Departamento de Artes da UFMT

Apoio:
PROCEV (Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência - UFMT)
CODEX (Coordenação de Extensão - UFMT)


Recital de Violino, Violão e Música de câmara... quarta-feira



Recital de Violino, Violão e Música de Camara 27/08/2014 - 18h00

Partita II - J. S. Bach (1685-1750)
Giga
Violino: Carol Kelli

Concerto em La menor - J. S. Bach (1685-1750)
Adagio
Violino: Hulda Carla
Piano: Luis Renato

Tocatta - Leo Brouwer, quarteto de violões (1939-)
Violões: William Agnelo, Hoberdan Peno, Joel Amorim, Jone Luiz.

La Rossignol - Anônimo.
Toy For Two Lutes - T. Robinson (1560-1610)
Violões: William Agnelo e Hoberdan Peno

Pastorale - D. Scarlatti (1660-1725)
Violões: Luis Antonio d'Agosto e Teresinha Prada

Petit piece - C. Debussy (1862-1918)
Clarineta: Lidiane Alves
Piano: Rodrigo Cavalcante 

Dueto em Ré Maior - G. B. Viotti (1755-1824)
Violinos: Carol Kelli e Hulda Carla

domingo, 24 de agosto de 2014

Concerto de violão... próxima quarta-feira...


CONCERTO DE VIOLÃO 
CLASSES I & III - Bacharelado em Violão da UFMT 
Quarta-feira – 27 DE AGOSTO DE 2014 
18h00 
AUDITÓRIO DO IL – TÉRREO 


ÁLVARO LUIZ DA SILVA ORMOND


DILERMANDO REIS

  • UMA VALSA E DOIS AMORES
  • MAGOADO
  • SE ELA PERGUNTAR
  • TEMPO DE CRIANÇA


JOEL CARVALHO DE AMORIM

LEO BROUWER
  • ESTUDIOS SENCILLOS 1 & 5

HEITOR VILLA-LOBOS
  • MAZURKA-CHORO
  • PRELÚDIO 1


CÉSAR GUERRA-PEIXE
  • PRELÚDIO 5

SOBRE AS OBRAS DO CONCERTO


Tratar da obra de Dilermando Reis (1916-1977) corresponde a falar de uma parte substancial do violão brasileiro – diversos violonistas relatam ter iniciado suas trajetórias ouvindo e se inspirando na carreira desse paulista de Guaratinguetá que em seu tempo foi um dos músicos mais conhecidos do Brasil, com mais de 60 LPS gravados, nos quais registrou grande parte de suas composições de choros e valsas; as quatro obras aqui apresentadas estão entre as mais consagradas desse compositor.

Atingindo uma força criadora de primeiríssima grandeza, o cubano Leo Brouwer (1939-) surge no meio musical a partir do final da década de 50 do século XX. Sua série de estudos Sencillos (simples) para o violão, iniciada em 1960, surpreendeu o meio acadêmico e artístico pela reunião de elementos técnicos fundamentais a aspectos distintamente contemporâneos, de sonoridades únicas e logo reconhecíveis – a essência de elementos afrocubanos em uma ambiência de vanguarda.

O repertório violonístico de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) representa um marco na história mundial do instrumento. A qualidade atingida pelo compositor carioca na criação musical em seu instrumento de formação é reconhecida internacionalmente. O violão foi seu aliado para compor, expressar-se musicalmente, bem como para as noites boemias. A elegante Mazurka-Choro (1910) é de uma fase seresteira e uma de suas primeiras composições. Na sua volta definitiva ao Brasil após duas temporadas em Paris, onde se apresentou como um artista de vanguarda, Villa-Lobos reiterou sua força expressiva por meio de vários composições de caráter mais tradicional como é a série dos 5 Prelúdios (1940), cujo Prelúdio 1 presta homenagem ao homem do campo.

Na recente história da música erudita do Brasil, César Guerra-Peixe (1914-1993) viveu um dos episódios mais marcantes ao passar do Dodecafonismo, tendência composicional ligada às inovações, para o Nacionalismo, e isso por razões ideológicas, para se aproximar das massas. O violão esteve presente nas duas fases de Guerra-Peixe, quando em 1946 ele compõe uma Suíte para o instrumento, seguindo o processo composicional serial dodecafônica, e na década de 70 uma série de 5 Prelúdios todos de cunho mais nacionalista e regional. O Prelúdio nº 5 é um típico ponteado composto dentro do ambiente sonoro nordestino.

Teresinha Prada

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Concerto Classe de Violão II... na sexta... dia 22 de agosto

CONCERTO DE VIOLÃO

WILLIAM AGNELO & HOBERDAN PENO








CONCERTO DE VIOLÃO

WILLIAM AGNELO & HOBERDAN PENO

22 de agosto de 2014 - 15h30

Auditório do Instituto de Linguagens - térreo

Obras solo de Villa-Lobos, Torroba, Tansman e duo de violões com Renascença Inglesa.



WILLIAM AGNELO
ROMANCE DE LOS PINOS – FEDERICO MORENO TORROBA
BARCAROLA – ALEXANDRE TANSMAN
PRELÚDIO 4 / ESTUDO 8 – HEITOR VILLA-LOBOS

HOBERDAN PENO
MAZURKA-CHORO
PRELÚDIO 3                        HEITOR VILLA-LOBOS
PRELÚDIO 1




DUO DE VIOLÕES
LA ROSSIGNOL – ANÔNIMO
TOY FOR TWO LUTES – THOMAS ROBINSON




SOBRE AS OBRAS DO CONCERTO

O espanhol Federico Moreno Torroba (1891-1982) é de uma geração que conviveu com o consagrado violonista Andrés Segovia, dedicando-lhe muitas obras. Romance de los Pinos (Romance dos Pinheiros) é da série Castillos de España, que homenageia dezenas de castelos ao redor da Espanha, num estilo romântico tardio.
Alexandre Tansman (1897-1986) também viveu o período de forte influência de Segovia; a Barcarola é um dos movimentos da Cavatina, a obra mais reconhecida desse compositor franco-polonês.
O repertório violonístico de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) representa um marco na história mundial do instrumento. A qualidade atingida pelo compositor carioca na criação musical em seu instrumento de formação é reconhecida internacionalmente. O violão foi seu aliado para compor, expressar-se musicalmente, bem como para as noites boemias. 
A elegante Mazurka-Choro (1910) é de uma fase seresteira e uma de suas primeiras composições, que mais tarde seria editada dentro da Suite Populaire Bresilienne da editora francesa Max Eschig.
Durante sua segunda estada em Paris, Villa-Lobos compôs a série 12 Études (12 Estudos, 1926-1929), provocando uma verdadeira revolução no modo de se encarar o instrumento, que persistia em um Romantismo anacrônico, quase clássico ainda; com essa formidável obra, o violão dá um salto técnico e poietico até então impensável, demorando inclusive para ser assimilado pelos violonistas – a Segovia mesmo, a quem a série é dedicada, não lhe agradava a linguagem dos estudos, mas executou inúmeras vezes o nº 1 e 7. O Estudo 8 possui uma liberdade expressiva e contrastante entre uma Introdução algo soturna nos baixos e uma subsequente melodia singela que súbito se abre para um estilo improvisatório.
Na volta de sua estada em Paris, Villa-Lobos reiterou sua força expressiva por meio da série dos 5 Prelúdios (1940), rendendo homenagens ao homem do campo (Prelúdio 1), ao Índio (Prelúdio 4) e a Johann Sebastian Bach (Prelúdio 3) – a obra do gênio alemão era uma paixão admitida por Villa-Lobos.
As origens dos instrumentos musicais são algo muito difícil de se precisar pela antiguidade da atividade musical do homem, mas sabe-se que o violão como pertencente à família das cordas pinçadas possui uma simultaneidade de ocorrências entre Ocidente e Oriente, tendo a Península Ibérica como ponto de encontro de inúmeras culturas, assim surgindo um antepassado em especial que é a vihuela. Por outro lado, o profícuo repertório da família dos alaúdes (lute em Inglês, que vem do árabe, El úd) também permitiu ao violão assimilar toda a linhagem desse repertório por proximidade física dos instrumentos (quantidade de cordas e extensão dos trastos). La Rossignol e Toy for Two Lutes são exemplos da Renascença Inglesa, publicados em várias coletâneas que bem representam a época elizabetana.
  Teresinha Prada

sábado, 16 de agosto de 2014

Roda de Samba com o Grupo de Choro de Departamento de Artes


PARABENS TERESINHA PRADA - BRAVO !


Aplausos à profa Teresinha Prada, pelo seu incansável e excelente desempenho na realização do  MUSICIEN. Pela sua batalha por mantê-lo todos os anos, dando continuidade a um processo de formação de primeiríssima linha. Todos os anos, sempre coisas novas para pensar, realizar e criar a música na chave  do contemporâneo. Um campo aberto e interdisciplinar.  Neste ano foi simplesmente maravilhoso. 


 

5º MusiCien - encerramento... vejam como foi...

O 5º Ciclo de Palestras sobre Música e Ciência mostra a conexão entre Artes e Ciência, sem perdas para qualquer lado, muito pelo contrário são áreas do conhecimento que se somam.

Nesta quinta edição trouxemos como eixo delineador o corpo, o cérebro e a máquina na Música de Concerto. Cada palestrante abordou esse fio condutor Arte/Ciência dentro de sua pesquisa pessoal e o resultado foi um  painel de recentes trabalhos, muitos em andamento.

Pela primeira vez foram ministradas oficinas ligadas aos temas das palestras e os dois concertos realizados no MusiCien deram uma perspectiva real, materializada, dos trabalhos estudados durante os cinco dias do Ciclo.

Em breve: publicação dos Anais e entrega dos certificados. Todos serão comunicados por e-mail.

Agradecemos aos colegas do Departamento de Artes, Diretoria do Instituto de Linguagens, Coordenação do Programa de Pós-graduação em Estudos de Cultura Contemporânea, Projeto Arte Cidadã de Santo Antonio de Leverger, PROAD, CODEX/PROCEV, PROEG e Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso - FAPEMAT e ao nosso convidado especial Ronan Gil de Morais (IFG).

Vejam como foi o dia de hoje – palestra e concerto de encerramento.


Cláudio Benassi falou sobre sua recente pesquisa de
Mestrado envolvendo descrição de processo composicional
pelas lentes do pensador russo Bakhtin.

Todos os dias tivemos um bom público
presente às palestras.

No concerto de encerramento, Oliver Yatsugafu
toca Aboio e Dança Negra, de Paulo Bosísio.

Eduardo Fiorussi, em seu violão de 7, executa
com Vinícius Fraga o Choro Misto, tendo o autor,
Roberto Victorio, no violão de 6.

Aqui a estreia mundial de Exominiaturas VIII, tendo ao centro Ronan Gil
(vibrafone), ladeado por Oliver Yatsugafu e Roberto Victorio,
autor da série Exominiaturas.

Momento de situar o público sobre o contexto das próximas obras.
Ronan Gil fala das quatro peças que montou com o Grupo de Percussão
durante as oficinas do MusiCien.

Repertório
Summon the Spirits - Kevin Tuck, inspirada pela percussão de tambores japoneses
Clapping Music - Steve Reich - obra minimalista do consagrado compositor
estadunidense
Hipercanon - Roberto Victorio (estreia mundial), composta especialmente para o
Grupo de Percussão do 5º MusiCien
Fator Extraterrestre II - Daniel Baier (estreia mundial), composta pelo integrante do
grupo, aluno no curso de Música.










Grupo de Percussão: Anderson Mendes, Andrew Moraes, Daniel Baier, Ester Galvão, Filipe Cristino, Jeyvaldo Anjos, Ricardo Morais e Tarcísio Sobreira. Oficina: Ronan Gil de Morais.


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Quinta-feira
Palestra da Profa. Dra. Taís Helena Palhares; Oficina Coral e Concerto de Ronan Gil de Morais

Taís Helena,  professora e chefe do departamento de Artes,
trouxe para o 5º MusiCien o assunto a que se dedica
como pesquisadora, a cognição musical dos bebês, que foi o
tema de seu doutorado em Música na Universidade Federal da Bahia.

Abel Anjos, professor e coordenador da Licenciatura em
Música, participando da Oficina Coral junto com o pessoal
do Arte Cidadã.
Helen Luce, professora do Bacharelado em Canto,
ministra sua oficina coral, colocando todo mundo
pra se soltar, antes de cantar. 





Concerto Percussão em Conexão
Repertório 

That which is bodiless is reflected in bodies - Matthew Burtner
Chopel Perilous - Bruce Hamilton
Losing Touch - Edmund Campion
Mists - Matthew Burtner
SILENCE must BE - Thierry De Mey *
Interzones - Bruce Hamilton

Percussão : Ronan Gil

* - Engenheiro de som : Sarah Durand

Difusão: William Agnelo


 RONAN GIL - Mestre em Composition et Interprétation Musicale pela Université de Strasbourg (França), é Bacharel em Percussão pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita (UNESP). Possui Especialização em teclados de percussão pelo Conservatoire de Strasbourg (França). Atuou junto ao Grupo PIAP (Grupo de Percusão do Instituto de Artes da UNESP) por quatro anos com criação e estreia de obras de diversos compositores brasileiros e estrangeiros, apresentando-se em todo o Brasil, nos EUA e Canadá (Turnê Norte Americana 2010). Pela Unesp obteve o Prêmio de Excelência em Pesquisa por seu trabalho de conclusão de curso ("Repertório brasileiro para vibrafone solo”). Concebeu e organizou o espetáculo Prisma com instalação sonora e visual, realizando uma interação em tempo real entre três salas de concerto e reunindo artistas de diferentes vertentes (músicos, artistas plásticos, dançarinos e vídeo artista). Trabalhou junto com Tom Mays para criação da Orquestra de Computadores de Strasbourg, tendo atuado ainda em música e interação computacional com Antoine Spindler, Yves Kayser e Philippe Aubry. Foi contratado como professor (Chargé de Cours e Percussioniste Accompagnateur) no Conservatoire de Strasbourg. Nessa instituição esteve ligado aos departamentos de percussão, de teoria e educação musical e de dança, para o qual criou ainda a trilha de diversos espetáculos com percussão e eletrônica em tempo real. Fundou os grupos: Babel Trio, DUALpha e Ensemble Vertebrae, todos voltados para o repertório contemporâneo e a criação de peças de vanguarda. Integrou as mais diversas formações de câmara: Accroche Note, Texture Ensemble da Milano, DuAnphibios com concertos na França, Itália, Luxemburgo e Espanha. Sendo estes grupos com os quais estreou obras de Flo Menezes, Stefano Gervasoni, David Hernandez Ramos, Fernando Iazzetta, Jacopo Costa, Patricia Goberna, Marisa Rezende, José Manoel Gatica, Nicolas Tzortis, Franck Christoph Yeznikian, Vito Žuraj, André Bandeira, entre muitos outros. Enquanto solista lhe foram dedicadas obras de Roberto Victorio e Ivan Chiarelli. Gravou CDs de obras inéditas com Accroche Note, Grupo Piap e GPC e o CD e DVD da II Bienal de Música Contemporânea de Mato Grosso. Como compositor escreveu obras para percussão e eletrônica em tempo real, percussão solo e grupo de percussão. Atualmente é professor de percussão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG), onde estruturou o curso de percussão e o Laboratório de  Percussão (LaPe) e criou ainda o primeiro grupo de percussão da instituição (GruLaPe), sendo também vice-líder do Núcleo de Excelência em Ensino, Pesquisa e Performance em Percussão do Instituto Federal de Goiás (NΞP³/IFG) e membro do Centro de Excelência para o Ensino, Pesquisa e Performance em Percussão (CΞP³).
Vejam as fotos do ensaio geral e concerto:










Já no bis, a emocionante obra Mists.

Público ficou extasiado; até pediu
para se manifestar.


Ronan Gil trocando ideias com o artista plástico Herê Fonseca, autor
da imagem do MusiCien.

Ronan Gil e Daniel Baier.